quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Mozambique!

I like to spend some time in Mozambique
The sunny sky is aqua blue
And all the couples dancing cheek to cheek.
It's very nice to stay a week or two.

There's lots of pretty girls in Mozambique
And plenty time for good romance
And everybody likes to stop and speak
To give the special one you seek a chance
Or maybe say hello with just a glance.

Lying next to her by the ocean
Reaching out and touching her hand,
Whispering your secret emotion
Magic in a magical land.

And when it's time for leaving Mozambique,
To say goodbye to sand and sea,
You turn around to take a final peek

And you see why it's so unique to be
Among the lovely people living free
Upon the beach of sunny Mozambique.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Natal de quem?


Mulheres atarefadas 
Tratam do bacalhau, 
Do peru, das rabanadas. 
- Não esqueças o colorau, 
O azeite e o bolo-rei ! 
- Está bem, eu sei ! 
- E as garrafas de vinho ? 
- Já vão a caminho ! 
- Oh mãe, estou pr'a ver 
Que prendas vou ter. 
Que prendas terei ? 
- Não sei, não sei... 
Num qualquer lado, 
Esquecido, abandonado, 
O Deus-Menino 
Murmura baixinho: 
- Então e Eu, 
Toda a gente Me esqueceu ? 

Senta-se a família 
À volta da mesa. 
Não há sinal da cruz, 
Nem oração ou reza. 
Tilintam copos e talheres. 
Crianças, homens e mulheres 
Em eufórico ambiente. 
Lá fora tão frio, 
Cá dentro tão quente ! 
Algures esquecido, 
Ouve-se Jesus dorido : 
- Então e Eu, 
Toda a gente Me esqueceu ? 

Rasgam-se embrulhos, 
Admiram-se as prendas, 
Aumentam os barulhos 
Com mais oferendas. 
Amontoam-se sacos e papeis 
Sem regras nem leis. 
E Cristo Menino 
A fazer beicinho : 
- Então e Eu, 
Toda a gente Me esqueceu ? 

O sono está a chegar. 
Tantos restos na mesa e no chão ! 
Cada um vai transportar 
Bem-estar no coração. 
A noite vai terminar 
E o Menino, quase a chorar: 
- Então e Eu, 
Toda a gente Me esqueceu ? 

Foi a festa do Meu Natal 
E, do princípio ao fim, 
Quem se lembrou de Mim ? 
Não tive tecto nem afecto ! 
Em tudo, tudo, eu medito 
E pergunto no fechar da luz : 
- Foi este o Natal de Jesus ?

(João Coelho dos Santos - in Lágrima do Mar - 1996)

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Quero lá saber!

Eu quero lá saber
Da roubalheira e da alta corrupção
Que o Djaló esteja no Benfica ou no Cazaquistão
Que não se consiga controlar a inflação

Eu quero lá saber
Que haja cada vez mais desempregados
Que dêem diplomas e haja cursos aldrabados
Que me considerem reformado ou um excedentário
Que se financie cada vez mais a fundação do Mário
Que se ilibe o Sócrates do processo
Que não haja na democracia um só sucesso

Eu quero lá saber
Que o Sócrates já não finja que namora a Câncio
Que o BCE se livre do pavão armado do Constâncio
Que roubem multibancos com retro-escavadora
Que o Nascimento esburaque os processos à tesoura
Que deixe até de haver o feriado do 1º de Maio
Que a tuberculose seja mesmo um tacho pró Sampaio
Que em Bruxelas mamem muitos deputados
Que o Guterres trate apenas dos refugiados
Que a nós nos deixou bem entalados

Eu quero lá saber
Que ele vá a cento e sessenta e não lhe preguem uma multa
Que amanhã ilibem os aldrabões da Face Oculta
Que o Godinho pese a sucata e abata a tara
Que pra compensar mande uns robalos ao Vara
Que o buraco da Madeira sobre também para mim
Que a Merkl se esteja borrifando pró Jardim

Eu quero lá saber
Que a corja dos deputados só se levante ao meio-dia
Que a "Justiça" indemnize os pedófilos da Casa Pia
Que não haja aumentos de salários nem digna Concertação Social
Que os ministros e gestores ganhem muito e façam mal
Que Guimarães este ano se mantenha a capital
Que alguém compre gasolina na cidade de Elvas
Que só abasteça o condutor do Dr. Relvas
Que na Assembleia continuem 230 cretinos
Que nas autarquias haja muitos Isaltinos
Que o Álvaro por tu ai esse sim hei-de eu vir a tratar
Que se lixe o falar doce do grande actor Gaspar
Que morram os pobres e os velhos portugueses
Que eles querem é que fiquem só os alemães e os franceses

Eu quero lá saber
Que o Zé seja montado quer por baixo quer por cima
Que a Justiça safe bem depressa o influente Duarte Lima
Que o bancário Costa não volte a dormir na prisão
Que o Cavaco chegue ao fim do mês sem um tostão
Que na Procuradoria continue o Pinto Monteiro
Que prós aldrabões tem sido um gajo porreiro
Que os offshores andem a lavar dinheiro
Que o BPN tenha sido gamado pelo Loureiro
Que no BPP prescrevam os processos do Rendeiro
Que à CEE presida um ex-maoista sacana e manhoso
Que agora é o snob democrata Zé Manel Barroso
Tudo isto já nada p'ra mim tem de anormal

Mas o que eu quero mesmo saber
é onde está o meu país chamado PORTUGAL
que isto aqui é vilanagem pura, roubalheira, corrupção
Meu Deus manda de novo o Marquês de Pombal
antes que este povo inerte permita a destruição!

Publicado por: Maria (respeitável funcionária pública)

sábado, 8 de dezembro de 2012

O verbo gaspar!

Há vocábulos usados
Com vários significados
Denominados homónimos;
Também se exprime a preceito
Uma ideia ou um conceito
Usando vários sinónimos.

Está neste caso “roubar“
“furtar“, “desapropriar“
“surripiar” e “extorquir”;
“rapinar” ou “saquear“
“esbulhar“ e “gatunar“
“pilhar“ e “subtrair“.

Surge agora um novo termo
Criado por um estafermo
Que nos está a (des)governar.
Com imprevidentes “Passos“
Fazendo de nós palhaços
Inventa o verbo … ” gaspar “.

“Gaspar“ é neologismo
Que nos lança para o abismo
Num desastre humanitário.
Mesmo com o país enfermo
Vamos extirpar tal termo
Do nosso vocabulário!

sábado, 8 de setembro de 2012

Mulher Alentejana!

Ó mulher alentejana 
Sem ti, o Alentejo 
Assemelha-se a um brejo 
Sem encanto nem beleza 
Onde só se vê tristeza 
E uma plebe profana

Vais p´ró campo ceifar o trigo
Vens p'ra casa tratar os filhos
Num mar de tantos sarilhos
Ainda caias a casa
Quando penso fico em brasa
Porque não casei contigo

És a mulher ideal
Fazes feliz qualquer homem
És a pimenta, és o sal
Que todos os homens consomem

Autor: Homem alentejano (com certeza)

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Agora sou um doutor!

Já tenho licenciatura
Agora sou um doutor,
Tenho montes de cultura
Vou ser Ministro… se fôr…

Inscrevi-me ao fim do dia
Naquela universidade
Dos diplomas de inverdade
P’ra testar o que sabia;
Já de manhã, mal se via,

De maneira prematura
Eu fiz muito má figura
Mas mesmo sem saber nada
Formei-me na Tabuada
Já tenho licenciatura!

Dei cem erros no ditado
E agora o mais curioso:
Por estar muito nervoso
Á recta chamei quadrado!

Quando me foi perguntado 
Se conhecia o Reitor
Respondi que não senhor
Embora fosse meu tio…
Disse mentiras a fio
Agora sou um doutor!

Com mesquinhez e com tudo
Puxei das equivalências
Juntei outras mil valências
Deram-me mais um canudo;
Com diplomas e com tudo

Era fácil a leitura:
Deixei de ser um pendura
Sou político afamado
Sou falado em todo o lado
Tenho montes de cultura

Já sou Mestre em Corrupção
A todos sei enganar
Habituei-me a roubar
Tirei curso de ladrão;
E agora, queiram ou não,

Mesmo sem nenhum valor
Eu falo que é um primor
Na Assembleia sentado
Para já sou deputado,
Vou ser Ministro… se fôr…
(Autor desconhecido)


quarta-feira, 6 de junho de 2012

Nobres filhos de Viseu!

É uma das mais lindas cidades Museu
Que soube exaltar o Lusitano Valor
Onde o ilustre Grão Vasco nasceu
E o mais destemido general pastor

Aquele se chamou o grande Viriato
Outro viseense está no lugar cimeiro
Com escrita diferente do Pintor inato
Distinguiu-se o poeta Tomaz Ribeiro 

Cidade fidalga sempre activa e Romeira
Onde o povo trabalha em prol da Grei 
Viseu é a urbe grande rainha da beira

Pois, consta-se que aí também nasceu
O Grande Conquistador, o nosso I Rei
Nos subúrbios desta Cidade de Viseu
Autor: Rafael C. Souza

sábado, 17 de março de 2012

Porque gosto do Benfica!

Um dia vou pedir à Musa que me dê inspiração
E tentando ter mais graça que o palhaço Tiririca
Vou fazer lindos versos ao clube do meu coração
O sempre grande e glorioso Sport Lisboa e Benfica!

quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia da Mulher!


Injectando sangue quente
Numa flôr de malmequer,
Deus inventou uma serpente
a que lhe chamou MULHER!
Registando-a com patente
E com direitos de aluguer,
Dizendo solenemente...
-Seja o que Deus quizer,
Se a mim me falhou a mente,
Salve-se de ti quem puder!

Por: Valdemar Alves

terça-feira, 1 de novembro de 2011

O Chico das gravatas...

Todo aquele que é rico
Cheio de roupas fartas
Mas ao pobre Chico
Só lhe davam gravatas
Eram velhas, de nó coçado
Quase rotas, sem brilho
Sem valerem um cruzado
Do uso que terão tido
Dadas como esmola
Coisa que pouco aquece
Colocadas na suja gola
Deste parolo campestre
Coitado, não era nobre
Mas afinal quem diria
Que este desgraçado e pobre
Tinha uma gravata para cada dia
Uma gravata à segunda
Para terça outra tinha
À quarta, cor de penumbra
Na quinta outra vinha
A de sexta era creme
No sábado usava lilás
Ao domingo pegava na beije
Este macambúzio rapaz
Nem as gravatas com fartura
Melhoravam o uniforme
Na garganta uma secura
No estômago uma grande fome
A roupa não é tudo
Mas embeleza o corpo
Sem ter nada de pançudo
Vivia como um porco
Caminhava para cascudo
Na lei do menor esforço
Pouco valendo o orgulho
Do belo laço no pescoço
Há muitas gravatas em sortido
Gargantas há muitas mais
O pior é ter nascido
Onde não somos todos iguais…

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O Bocage e as Lésbicas!




Meninas que sois tão boas,
porque estais a fazer isso?
Porque comeis pão com pão,
se é tão bom pão com chouriço?

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Quadras populares e brejeiras!




Esta noite eu sonhei

Com a minha prima Teresa

De manhã quando acordei

Ainda tinha a ... vela acesa!

O que me faz subir a te(n)são!


Coisinha linda
deixa cair o véu
mostra-me o céu
que não vi ainda.

Peito tão belo
faz-me sonhar
deixa-me amar
quero senti-lo.

Curvas tão belas
nádegas redondas
Ai ternas ondas
me perco nelas.

O coração acelera
o corpo transpira
a cabeça gira
solta-se a fera

Etérea imagem
mulher virtual
boneca irreal
minha miragem.

Ai c'um caneco
minha pouca sorte
já fiquei sem norte
e a engolir em seco!

domingo, 16 de outubro de 2011

(Tintinaine) Falando de bosta...

Aí está, sem grandes rodeios…
Porque da mesma forma vivi,
Como escasseavam os meios
Também, na terra onde nasci…
Se os tempos são de rasca
Comparados com os de outrora
Há uma diferença sem farsa
Com o sistema de agora…
E, sem evasivas ou utopias
O nosso amigo, aqui mostra
O que era viver nossos dias
Rodeados da conspurcada bosta…
Mas havia outros, afoitos sem medo
Que iludidos, procurando a fama
Se perdiam na vida, no enredo
Acabando atulhados em lama…
Na ilusão de qualquer mancebo
Que depois, se frustrava na cama
Chorando a triste amargura
Que lhe restringia a chama
Duma quimera aventura…
E, soçobrando em pérfidos deslizes
Quase os levando à loucura
Tentavam recuperar os dias felizes
No retorno à terra que se gosta
Da sua aldeia, qual doçura
Trocar os tempos da bosta
Pelas lacunas da amargura…

sábado, 15 de outubro de 2011

Saltitão e mentiroso!

Hoje sinto-me inspirado
Para rimar em tom jocoso
E divertir-me um bocado
A criticar um mentiroso

Mandámos o Sócrates à vida
Pusemos outro no seu lugar
Não tarda estará de partida
Pois já começou a aldrabar

Do que o país não precisa
É de gente de pouca tola
Que nos leva até a camisa
E nos deixa a pedir esmola

Desta leva-nos o 13º mês
O que levará de seguida?
Olha-me que este maltês
Está a pedir uma corrida

Corram com ele já
Antes que faça mais mal
Nós não o queremos cá
Neste nosso Portugal

Vai Coelho vai
Queremos que vás embora
Vai aos saltinhos vai
Pula daqui para fora!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Humor com Buracos...

Esta vida é um buraco! 
Aos mais sensíveis as minhas desculpas,
Mas esta vida é mesmo um buraco. 
Que sina...
Esta vida é um buraco!

Um gajo nasce por um buraco!
Come por um buraco!
Fala por um buraco! 
Mija por um buraco! 
Caga por um buraco! 
Respira por um buraco! 
Ouve através dum buraco! 
Faz amor num buraco! 
E, como se isso não bastasse, morre e é metido num buraco! 
Que se lixem lá os buracos! Isto é demais...

A ilha da Madeira mudou o nome: agora é a Ilha do Buraco!
Portugal é também um grande buraco!
São buracos nos bancos; Buracos nas empresas;
Buracos nos hospitais; Buracos no governo e buracos no inferno!
Não há buracos no céu! Porque o São Pedro no seu dever,
Mandou compor o telhado, para não estar sempre a chover...
Caso contrário, haveria fugas de santos; 
Cairiam nos buracos da terra, porque são tantos;
Até mesmo na Igreja, existem buracos sem que a gente veja;
Há buracos na sacristia; No baptistério ao lado da pia,
Onde podemos cair mesmo durante o dia;
Há buracos nas confissões, onde os aldrabões,
Criam buracos ao padre, se calhar, o que não era de admirar
Porque também há buracos em Vilar!
Assim aparecem buracos em tudo quanto é lugar! 
Buracos à esquerda; Buracos à direita;
Buracos ao centro; Buracos de bloco;
Buracos diversos e sem estofo;
Buracos virados para baixo e outros virados para cima;
Buracos inclinados; Buracos torcidos;
Buracos de boca grande ou pequena;
Buracos de rombos nos cascos;
Buracos nas garrafas e nos frascos;
Buracos nas agulhas; Buracos nas chaminés;
Buracos nos bombeiros; Nas fanfarras e oboés;
Mais buracos nas forças armadas, com a entrada de saias;
Buracos aos milhares; Buracos com furos no meio;
Buracos no bidé e no chuveiro;
Buracos na sanita, onde até a merda se agita,
Perguntando aflita, porque há tantos buracos?
E toda a gente grita... Buracos sem tom nem fim;
Buracos, buracos, buracos no Jardim!
São calças novas com buracos; São cuecas com buracos;
Soutiens com buracos; São buracos a mais!
A gente não tem para onde fugir. Está tudo esburacado…
Ao mais pequeno descuido, caímos nalgum buraco…

PS – Por falar em buracos, lembro-te que nunca, 
mas mesmo nunca, vires o cu para um chinês, 
porque eles abrem uma loja em qualquer buraco! 

Para falar com franqueza
E com acertado juízo
eu tenho a firme certeza
Que neste paraíso 
Sobre o total de buracos
Seria de todo preciso 
Para mostrar números exactos
Que houvesse mais siso
Nesta república de macacos...
ATVerde

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Nossa Senhora do Vencimento!


Por mero acaso, deambulando pelo nosso país, passei nesta pequena localidade entre o Pinhão e S. João da Pesqueira, no Alto Douro Vinhateiro. Com a crise reinante que nos cerca por todos os lados, (pensando sempre no vencimento que é alma do pobre) acredito que, muito em breve, este será um local de grandes peregrinações...
À cautela, fotografei e registei o local. Nunca se sabe o dia de amanhã! (Aceitam-se inscrições para viagens de autocarro e comboio).

Quando o mês acaba
Ou vai indo para o fim
Vou andando na crava
Ou então, coitado de mim…
É assim todo o ano
Mas com o subsídio de férias
É roupa de outro pano
Já digo mais umas lérias
Ou será puro engano?
Com o décimo quarto mês
Porque ao cortar-lhe um bocado
Volto ao ponto da gaguês
Contudo, vou sentindo algo
No meu íntimo, cá dentro
Torno-me num fidalgo
Com o nobre pensamento
Correndo como um galgo
P´ra Senhora do Vencimento…
Tenho fé um pouco falsa
Quando vejo o meu recibo
Meto-o no bolso da calça
Deixo de ser mendigo…
E, neste vai e vem
Ao longo da minha vida
Vai havendo também
Porta de entrada e de saída…
Esperando sempre o milagre
Da Nossa Ilustre Senhora
Que nos livra do fel e vinagre
Com sua mão Protectora…
Esperançado, fico esperando
Novo vencimento, sem demora
À Senhora vou lembrando
Que me salve a toda a hora…
Há quem diga, com espanto
Para que servem as Capelas?
Que surgem lá no alto
E nós, socorremos-nos delas…
Ora digam qual o argumento
Para tais afirmações?
Se a Senhora do Vencimento
Nos acode nas aflições…
Provendo para o nosso contento
Equilíbrio das imperfeições
Mesmo que o governo
Nos vá subtraindo os tostões…
Feliz daquele que acreditará
Isto até vale uma aposta!
Pois, só ela nos salvará
Da hipotética bancarrota…

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Fora com o sinal de Stop!

Se o Verde quer continuar a rimar
E fazer este Blog chegar ao "Top"
Quem sou eu para o mandar parar
Com o meu pobre sinal de "Stop"

O mundo do sexo sem nexo...

Neste mundo de sexo
De mente, pouco intelectual
Há muita gente sem nexo
E, com falta de moral…
Muito carecida de ética
Sem o mínimo preconceito
Formando uma seita alérgica
Ao fundamento do respeito
Onde entra também a lésbica
Com seu ideal imperfeito…
As ofensas são enormes
Aos dois sexos em geral
E julgam-nos conformes
A ambos por igual…
Cada sexo sua função
Na magia da natureza
Onde a falta de compreensão
Lhe tiram a própria beleza…
Cuja finalidade é a criação
De um digno ser humano
Mas, deturpa-se a imaginação
E altera-se o real plano…
Omite-se o sexo normal
Contrariando a consciência
Pratica-se o sexo oral
Com laivos de demência…
Envereda-se pelo sexo anal
Como prova de opulência
Onde o homossexual
Pede benévola clemência
E, tudo acaba, afinal
Com os méritos da inteligência…
Fazem da vagina um iogurte
Do pénis um chupa-chupa
Do ânus um Resort
Dessas orgias – kamasutra…
Lambem o iogurte com energia
Com a língua no invólucro
Por tudo quanto é estria
Tornando-o quase inócuo…
No chupa-chupa em alto grau
Como se fosse um gelado
Ficam lambendo o pau
Depois de ter acabado…
Do ânus, qual latrina
Da náusea das fezes ou merda
Voltam depois à vagina
Para recuperarem a perda…
E, em orgias constantes
Onde entra o homossexual
Não é nada como dantes
Neste mundo animal…
Porque é difícil ser santo
Com tantos falsos amores
Duma natureza virtual
Com lésbicas e Castelo-Branco
Havendo muitos ou piores
No mundo e em Portugal…

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Desabafo à meia-noite!

Raios vos partam, oh camabada
Que não fazeis poesia nem mais nada
Andais com os horários trocados
Ou desta vida andais já cansados?

Vamos, dizei uma coisa qualquer
Falai do homem ou da mulher
Que usa mini-saia e se agacha
E por pouco mostra a "pachacha"!

Falai de política ou futebol
Se falta a tusa ela fica mole
Mas nisto a vontade perdura
E espera-se que fique dura!

O importante é a Educação
Não importa que falte o tesão
Vem aí um ministro que fala sério
Para tomar conta do Ministério!

Escrever versos, fazê-los rimar
Tanto a sério como a brincar
Sou mesmo bom a fazer poesia
E isto até rima ... com a c... da tia!